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AntiVirus

Programas de computadores para proteger computadores, servidores e redes contra ataques de virus, worms, spywares e outros malwares. Os antivirus podem ser classificados em domésticos e corporativos. O melhor antivirus corporativo incluem ferramentas para instalar, atualizar e definir políticas em desktops e notebooks em diversos sites. Os antivirus modernos dispões de diferentes técnicas de análise capaz até de proteger-se de virus desconhecidos - pela análise do comportamento.

Para saber mais sobre o Antivirus Kaspersky, acesse www.bravotecnologia.com.br/kaspersky

 

Virus

Os virus são programas de computador criados para causar danos ou obter vantagens de usuários sem seu conhecimento ou consentimento.

A principal característica dos virus de computador é a capacidade de infectar um computador hospedeiro e, a partir deste, infectar computadores aos seu redor ou via e-mail, pen drives, etc. Ao longo dos anos os virus evoluíram muito recebendo nomes específicos (veja abaixo).

Nos anos 80 e 90 os principais objetivos dos desenvolvedores de virus era demonstrar o conhecimento técnico e causar dados com perda de dados. Hoje, o principal objetivo dos virus é de obter alguma vantagem ilicitamente, como identificar senhas de bancos ou números de cartões de crédito. Os principais sistemas operacionais atacados são os da Microsoft, por causa de sua popularidade, porém é possível encontrar virus que infectam outros sistemas operacionais. Muitos virus agressivos como o KiDo são capazes de infectar múltiplos sistemas operacionais.

Continuamente os fabricantes de sistemas operacionais e aplicativos identificam falhas de segurança que podem ser exploradas por virus. Por isso é altamente recomendável garantir que todos os computadores de uma empresa estejam continuamente atualizados.

 

Desenvolvimento de Virus

No início os virus eram projetados por programadores utilizando Assembly ou C com rítmo de produção limitado. Atualmente utiliza-se também macros e scripts, facilitando o trabalho de projeto. Há também desenvolvedores que criam laboratorios de virus, dipsoníveis na internet. Com isto qualquer leigo é capaz de projetar um virus novo com pouco conhecimento. Isto fez com que o ritmo de produção de virus no mundo crescesse muito nos últimos anos.

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Evolução dos virus

  • 1983 – O pesquisador Fred Cohen (Doutorando de Engenharia Elétrica da Universidade da Califórnia do Sul), entre suas pesquisas, chamou os programas de códigos nocivos como "Virus de Computador".

  • 1987 – Surge o primeiro Virus de Computador escrito por dois irmãos: Basit e Amjad que foi batizado como 'Brain', apesar de ser conhecido também como: Lahore, Brain-a, Pakistani, Pakistani Brain, e UIU. O virus Brain documentado como 'Virus de Boot', infectava o setor de inicialização do disco rígido, e sua propagação era através de um disquete que ocupava 3k, quando o boot ocorria, ele se transferia para o endereço da memória "0000:7C00h" da BIOS que o automaticamente o executava.

  • 1988 – Surge o primeiro Antivirus , por Denny Yanuar Ramdhani em Bandung, Indonésia. O primeiro Antivirus a imunizar sistema contra o virus Brain, onde ele extrai as entradas do virus do computador em seguida imunizava o sistema contra outros ataques da mesma praga

  • 1989 – Aparece o Dark Avenger, o qual vem contaminando rapidamente os computadores, mas o estrago é bem lento, permitindo que o virus passe despercebido. A IBM fornece o primeiro antivirus comercial. No início do ano de 1989, apenas 9% das empresas pesquisadas tinha um virus. No final do ano, esse número veio para 63%.

  • 1992 – Michelangelo, o primeiro virus a aparecer na mídia. É programado para sobregravar partes das unidades de disco rígido criando pastas e arquivos com conteúdos falsos em 6 de março, dia do nascimento do artista da Renascença. As vendas de software antivirus subiram rapidamente.

  • 1994 – O virus Pathogen, feito na Inglaterra, é rastreado pela Scotland Yard e condenado a 18 meses de prisão. É a primeira vez que o autor de um virus é processado por disseminar código destruidor.

  • 1995 – O virus Concept, o primeiro virus de macro. Escrito em linguagem Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC ou Macintosh. O Concept se espalha facilmente, pois se replicam através do setor de boot, espalhando por todos os arquivos executáveis.

  • 1999 – O virus Chernobyl, deleta o acesso a unidade de disco e não deixa o usuário ter acesso ao sistema. Seu aparecimento deu-se em abril. Sua contaminação foi bem pouco no Estados Unidos, mas provocou danos difundidos no exterior. A China sofreu um prejuízo de mais de US$ 291 milhões. Turquia e Coréia do Sul foram duramente atingidas.

  • 2000 – O virus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milhões a 3 milhões de máquinas. Causou danos estimados em US$ 8,7 bilhões.

  • 2001 – A "moda" são os códigos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por páginas da Internet e principalmente por e-mail). Nome de um deles é o VBSWorms Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos.

  • 2007 – Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de virus no Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que receberem o recado precisam clicar em um link para se infectar, a relação de confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário clicar sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do Orkut, o virus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico Banker.

 

Desenvolvimento de Virus

Para contaminarem os computadores, os virus antigamente usavam disquetes ou arquivos infectados. Hoje, os virus podem atingir em poucos minutos milhares

 de computadores em todo mundo. Isso tudo graças às redes corporativas e à Internet. O método de propagação mais comum é o uso de e-mails, onde o virus usa um texto que tenta convencer o internauta a clicar no arquivo em anexo. É nesse anexo que se encontra o virus. Os meios de convencimento são muitos e costumam ser bastante criativos. O e-mail (e até o campo assunto da mensagem) costuma ter textos que despertam a curiosidade do internauta. Muitos exploram assuntos eróticos ou abordam questões atuais. Alguns virus podem até usar um remetente falso, fazendo o destinatário do e-mail acreditar que trata-se de uma mensagem verdadeira. Muitos internautas costumam identificar e-mails de virus, mas os criadores destas "pragas digitais" podem usar artifícios inéditos que não poupam nem o usuário mais experiente.

Ainda, há os virus que exploram falhas de programação de determinados softwares. Algumas falhas são tão graves que podem permitir a contaminação automática do computador, sem que o usuário perceba. Outros virus costumam se propagar através de compartilhamento de recursos, como aqueles que inserem arquivos em pastas de programa P2P (softwares desse tipo permitem o compartilhamento de arquivos entre internautas ou usuários de uma mesma rede de computadores).

Após ter contaminado o computador, o virus passa então a executar suas tarefas, que podem ser dos mais diversos tipos, desde a simples execução de um programa até a destruição total do sistema operacional. A maioria dos virus tem como primeira atividade a tentativa de propagação para outros computadores.

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Outros tipos de malwares

  • Cavalo-de-tróia ou trojans: são um tipo de praga digital que, basicamente, permitem acesso remoto ao computador após a infecção. Os cavalos-de-tróia podem ter outras funcionalidades, como captura de dados do usuário e execução de instruções presentes em scripts. Entre tais instruções, podem haver ordens para apagar arquivos, destruir aplicativos, entre outros.

  • Worm ou vermes: podem ser interpretados como um tipo de virus mais inteligente que os demais. A principal diferença entre eles está na forma de propagação: os worms podem se propagar rapidamente para outros computadores, seja pela Internet, seja por meio de uma rede local. Geralmente, a contaminação ocorre de maneira discreta e o usuário só nota o problema quando o computador apresenta alguma anormalidade.

  • Spywares: são programas que ficam "espionando" as atividades dos internautas ou capturam informações sobre eles. Para contaminar um computador, os spywares podem vir embutidos em softwares desconhecidos ou serem baixados automaticamente quando o internauta visita sites de conteúdo duvidoso.

  • Keyloggers: são pequenos aplicativos que podem vir embutidos em virus, spywares ou softwares suspeitos, destinados a capturar tudo o que é digitado no teclado. O objetivo principal, nestes casos, é capturar senhas.

  • Hijackers: são programas ou scripts que "sequestram" navegadores de Internet. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivirus, por exemplo).

 

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Programas de computadores para proteger computadores, servidores e redes contra ataques de virus, worms, spywares e outros malwares. Os antivirus podem ser classificados em domésticos e corporativos.

Os antivirus corporativos incluem ferramentas para instalar, atualizar e definir políticas em desktops e notebooks em diversos sites. Os antivirus modernos dispões de diferentes técnicas de análise capaz até de proteger-se de virus desconhecidos - pela análise do comportamento.

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