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O lançamento preenche uma lacuna na segurança das redes elétricas modernas, que têm funções integradas de automação e controle. Como estas redes se comunicam por meio de protocolos abertos, não têm funções de segurança virtual incorporadas suficientes para combater ameaças de segurança cada vez mais sofisticadas.

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Um relatório da Kaspersky Lab sobre cibersegurança industrial mostra que 92% dos dispositivos do sistema de controle industrial (ICS), disponíveis externamente, usam protocolos de conexão com a Internet abertos e inseguros.

Desde 2010, o número de vulnerabilidades nos componentes do ICS aumentou mais de 1000%. Assim, esses dispositivos são um alvo fácil para os criminosos virtuais. A Global Information Security Survey mais recente realizada pela Ernst & Young revelou que 42% das empresas de energia e serviços públicos dizem ser improvável que pudessem detectar um ataque sofisticado.

“A automação, o controle e a proteção do equipamento elétrico não são mais conduzidos por sistemas fechados e, dessa maneira, a detecção de uma possível ameaça é extremamente difícil, tanto do ponto de vista técnico quanto organizacional”, disse Andrey Suvorov, chefe de proteção da infraestrutura básica da Kaspersky Lab. “Por isso, as companhias de energia precisam reforçar suas defesas para combater os ataques virtuais, cada vez mais predominantes, e evitar o pesadelo de perda total do serviço e o impacto que isso teria sobre as pessoas e a sociedade em geral.”

É o que promete o Kaspersky Industrial CyberSecurity for Energy (KICS), que ajudará as empresas de energia a protegerem todas as camadas de sua infraestrutura industrial, sem afetar a continuidade das operações e a consistência dos processos tecnológicos. A solução protege centrais de controle tipo SCADA e sistemas de automação de subestações como servidores, HMIs, gateways e estações de trabalho de engenharia assim como equipamento de automação secundário como relés de proteção, controladores de baia, unidades de mesclagem, RTU e outros IED de barramento de subestações e de barramento de processos, além da infraestrutura de rede geral.

 

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